Tropa Campinas, que faz parte da elite do futebol americano em 2017, já começou a planejar a próxima temporada da equipe

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Atual campeão da da Conferência Nordeste da Liga Nacional quer se manter na elite do esporte em 2017 e vai iniciar os trabalhos para próxima temporada neste mês

Campeão da Conferência Nordeste da Liga Nacional de Futebol Americano deste ano, a diretoria do Tropa Campina já começou a planejar a próxima temporada da equipe, que agora faz parte da elite do futebol americano em 2017. De acordo com Rommel Raphael, coordenador ofensivo da equipe de Campina Grande, a expectativa é que já nos próximos dias aconteça a primeira reunião de planejamento e o time comece a definir os primeiros passos para 2017.

– Nessa próxima semana a gente vai reunir os treinadores e também os membros da diretoria para começar a definir o planejamento para o próximo ano. Estamos pensando em fazer as seletivas em janeiro, ou até no começo de fevereiro. O nosso principal objetivo é manter o time na Superliga e vamos trabalhar muito forte pra que isso aconteça – comentou.

No último domingo, o Tropa Campina venceu o Maceió Marechais por 15 a 7 e se sagrou campeão da Conferência Nordeste da Liga Nacional em 2016.

Além da conquista, os Tropeiros asseguraram a vaga para a divisão de elite da modalidade no país em 2017, a Superliga Nacional. O título veio após uma campanha praticamente perfeita do Tropa, que nas seis partidas que disputou saiu de campo com vitória.

O time ainda terminou a competição como a melhor defesa da Liga Nacional, mantendo uma média de pouco mais de seis pontos sofridos por partida. A equipe de Campina Grande se junta ao João Pessoa Espectros como segundo representante da Paraíba na competição nacional.

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Futebol Americano – Brasil é o sétimo do ranking – O país tem um grande potencial para o Football

Rodeando o Monday Nigth Football que acorrerá no estádio Azteca, no México e que teve todos os seus ingressos vendidos, a ESPN.com e a American Football International (AFI) listaram possíveis mercados para a expansão do esporte ao redor do mundo.

Um ranking de 10 países foi montando e dentro destes país na sétima colocação encontra-se o nosso país, sim, o Brasil, o país do futebol da bola redondo é um mercado em potencial para a NFL.

O site lista alguns pontos para a entrada do Brasil, tais como, o crescimento do esporte em apenas 8 anos, mais de 108 equipes existentes e aproximadamente 8500 praticantes.

A pesquisa também trata tópicos como a paixão dos torcedores e a criação da Superliga, nas palavras do site. “Embora o nível de jogo não seja alto em relação a outros países o apoio dos fãs é selvagem para as equipes da CBFA. Uma estrutura criada este ano para colocar as 31 melhores equipes no país para uma rotação regular. Até 15.000 torcedores aparecem em jogos, rivalizando com eventos de futebol em alguns casos. O Corinthians Steamrollers tem 1,4 milhão de fãs em sua página pública do Facebook. Como resultado, o Brasil é visto como talvez o terreno mais fértil para a expansão das bases no mundo.”

Confira o ranking dos países:
10º – Austrália
9º – França
8º – China
7º – Brasil
6º – Japão
5º – Austria
4º – México
3º – Grã Bretanha
2º – Alemanha
1º – Canadá

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Usain Bolt na NFL? Corre ele corre muito, mas para jogar no futebol americano será que dá?

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O jamaicano Usain Bolt nunca escondeu a sua paixão pelo futebol. Torcedor do Manchester United, o velocista não é modesto a afirmar que seria o melhor do mundo se tivesse seguido a carreira de jogador. Para reafirmar a sua performance nos campos, o tricampeão olímpico dos dos 100m, 200m e revezamento 4x100m garante que teria traços dos craques Messi e Cristiano Ronaldo.

— Lionel Messi ou Cristiano Ronaldo? Seria uma boa mistura. Combinando o talento dos dois e juntando a minha velocidade e o meu coração, seria o melhor! — afirmou o velocista à revista argentina “Viva”.

Aos 30 anos, Bolt anunciou que se despediu dos Jogos Olímpicos no Rio-2016. O jamaicano pensa em se aposentar do atletismo em 2017 e, brincando ou não, diz que vê com bons olhos defender o seu clube de coração. Ele também tem um convite para jogar futebol americano.

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Jogos da Superliga Nacional: Ceará Caçadores vence Recife Pirates e vai pra semifinal do campeonato

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Time cearense venceu Recife Pirates por 37 a 15, reassumiu liderança da competição e já garantiu vaga na próxima fase

A boa fase do time cearense Ceará Caçadores na Superliga Nacional tem agradado os torcedores. Com uma excelente atuação da defesa, o time venceu neste domingo (25) o Recife Pirates por 37 a 15 e garantiu a classificação antecipada para a semifinal da competição.

Além de vencer o clube de pernambuco, o representante cearense reassumiu a liderança da Conferência Nordeste da Superliga Nacional de Futebol Americano e de quebra mantém a invencibilidade dentro de casa.

Segundo o headcoach do Ceará Caçadores, Mike Lima, apesar de o time estar classificado o pensamento dos atletas já está no próximo jogo. “Conseguimos dar ritmo de jogo para todos os atletas e contra os Petroleiros vamos entrar com o que temos de melhor. Garantimos a vaga nos playoffs, e vamos esperar quem será o nosso adversário”, destaca.

Agora o Ceará Caçadores vai até Mossoró para enfrentar o Ufersa Petroleiros (RN) no dia 9 de outubro. Com a vitória fora de casa, os Caçadores garantem a primeira colocação na fase classificatória e decidirão no PV a vaga para chegar à final da Conferência Nordeste.

O jogo

Com uma defesa sólida em campo, os Caçadores abriram o placar com dois touchdowns do americano TBattle e dois pontos extras do kicker Danilo Arrais, abrindo 14 a 0 no time pernambucano.

No segundo quarto, o Recife Pirates até tentou uma reação com um touchdown e um ponto extra, fazendo 14 a 7, porém, Danilo Arrais marcou um fieldgoal e abriu mais três pontos de diferença. No final do 2º quarto, o quarterback Romário Reis marcou um touchdown de corrida, abrindo 23 a 7, e Danilo Arrais com mais um ponto extra fechou a metade do jogo com 24 a 7.

No terceiro quarto, mantendo o 100% de aproveitamento, Danilo Arrais marcou mais um fieldgoal e aumentou a vantagem do time cearense para 20 pontos de diferença (27 a 7). O americano Andrew Griffin, quarterback do Recife Pirates, ainda tentou articular algumas boas jogadas, mas não conseguiu ultrapassar a forte marcação do Ceará Caçadores. No ataque, o running back, Eduardo Maranhão atingiu 130 jardas e o quarterback, Romário Reis, chegou ao seu terceiro jogo sem sofrer interceptação.

No último quarto, os Caçadores ampliaram ainda mais a vantagem com um field goal de Danilo Arrais (30 a 7), e levaram o placar para 36 a 7 com um belo touchdown de passe de Romário Reis para Marlos Reis. O kicker Danilo Arrais, mais uma vez, marcou outro ponto extra e fez 37 a 7 para o Ceará Caçadores.

No final da partida, os Pirates diminuíram a vantagem com mais um touchdown e uma conversão de dois pontos. Placar final no PV, Ceará Caçadores 37 a 15 Recife Pirates.

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Mulheres jogado futebol americano? Somos tão táticas e técnicas quanto os homens

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Maria Júlia, a Maju, joga futebol americano no Paulínia Mavericks (Crédito: Mürdock Fotografia)

Bianca Daga e Rafael Belattini

Muita gente acredita que o futebol americano é um esporte violento, bruto e perigoso. Porém, a modalidade tem crescido de forma impressionante entre os jovens, que começaram a se organizar em times e ligas pelo Brasil afora. O gosto pela bola oval, porém, não é exclusividade masculina e as jogadoras garantem: não devem nada para os homens.

Kamila Pellegrini, de 25 anos, e Maria Júlia Peinado, de 16, são dois exemplos de mulheres que não deram ouvidos para aqueles que alertavam sobre os perigos de se praticar um esporte com tanta ‘pegada’ e se aventuraram dentro de campo.

“Normalmente, quem fala que futebol americano não é um esporte para meninas é por que não acompanha muito”, garante Maria Júlia, jogadora do Paulínia Mavericks, equipe do interior de São Paulo.

Maju, como é conhecida na equipe, teve o incentivo do pai, que também joga futebol americano.

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Kamila Pellegrini é atleta do Diadema Diamond (Anaira Pereira)

Para Kamila, a Mika, do Diadema Diamond, as coisas foram um pouco mais complicadas. Depois de conhecer o esporte por meio de um primo, que tentou montar um time em Ribeirão Pires, a ideia de jogar veio pouco depois de passar por uma cirurgia bariátrica, o que preocupou toda a família.

“No começo, eu tinha só seis meses de cirurgia. As pessoas achavam que eu podia morrer. E um problema ajudou. No meu primeiro treino, estava muito sol. Voltei para casa, minha pressão caiu e fui parar no hospital. Tive insolação e desidratação. Mas na outra semana, já estava lá treinando de novo”, contou a atleta, que foi de 95 para 55 kg, em seu 1,53 metros.

As duas, hoje, praticam a modalidade ‘flag’, onde não há contato, mas contaram que anseiam por “tackles”, e já fazem planos para se transferirem para o “full pad”.

“Sempre quis jogar equipada. Em dois anos, vamos treinar flag, mas vamos para o equipado. Acho que 80% das meninas do meu time querem. Mas temos um pouco de receio, falta preparo. Como muitas não conhecem NFL começamos no flag, que é como uma escolinha para poder ir para o full pad”, conta Kamila.

Nos Mavericks, segundo Maju, a transição já começou. “Pra este ano, a gente estava com o planejamento de ir para o 7 por 7 e ir avançando até chegar no full pad. O que a gente mais quer é ir para o full pad”, explicou.

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Underdogs Football, equipe que Kamila já defendeu (Arquivo pessoal)

Apesar da vontade de ir para o jogo mais físico, as duas ressaltam que a essência do futebol americano não está na ‘pancada’, mas na técnica.

“Futebol americano o pessoal acha que é só pancadaria, que só tem gente se machucando. Mas a gente deixa claro que existe técnica para tudo. Técnica para dar o tackle, uma coisa toda por trás antes de ‘dar porrada’”, explicou Maria Júlia.

“As pessoas tem uma visão de que é um esporte bruto, de força. Mas tem toda a parte técnica”, disse Kamila. “A emoção que o futebol americano dá… você tem que pensar, é tudo muito rápido. Cabeça ligada com o corpo. Tem toda uma inteligência”, descreveu.

E se o futebol americano dos homens começa a conquistar algum destaque no Brasil, elas também acreditam que merecem ser mais bem observadas. Tanto Kamila quanto Maju acreditam que, descontada a questão física, o jogo delas não deve nada para o deles.

“Estudamos tanto quanto eles, a gente analisa vídeo. Somos tão táticas e técnicas quanto eles. Mesmo nível. Claro que temos limitações físicas, mas nada que a gente não possa lutar para conseguir. Se não podemos correr tanto como eles, vamos treinar na academia. Percebemos no camping do Cairo Santos (realizado em junho). Eu e mais quatro meninas fomos convocadas e treinamos junto com os homens. Tem um campo vasto da NFL para nós. Aos poucos, estamos quebrando a barreira de sermos sexo frágil”, afirmou Kamila.

“Acho sim, que está bem no mesmo nível. A gente tem as mesmas coisas que o time masculino tem. A mesma academia, todo o treinamento que os meninos têm, a gente tem. O nosso técnico é o mesmo da equipe masculina e tudo o que exige deles, exige da gente”, contou Maria Júlia.

As duas provam, definitivamente, que futebol americano não é ‘coisa de menino’. São versáteis e peças importantes em seus times. Maju joga há quase três anos, como quarterback e wide receiver. Kamila, além das duas posições, também faz, às vezes, a função de running back.

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Cairo Santos atua no Kansas City Chiefs – Brasileiro populariza futebol americano

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Muitos brasileiros buscam o sucesso no exterior chutando uma bola de futebol. O paulista Cairo Santos, 24 anos, não é diferente. Porém, no caso dele, a bola chutada é oval.
Nascido em Limeira, no interior de São Paulo, ele se tornou em 2014 o primeiro brasileiro a disputar um jogo da NFL, principal liga de futebol americano do mundo.

Hoje, em seu terceiro ano como kicker (chutador) do Kansas City Chiefs, ele já ganha status de ídolo dos fãs brasileiros do esporte e, como embaixador do futebol americano e da liga no País, incentiva a prática do futebol da bola oval no Brasil.

Em sua última visita ao Brasil, em junho, mais de 3.000 pessoas se inscreveram em um camp (tipo de treino demonstrativo) que tinha 150 vagas disponíveis, no estádio do Canindé, em São Paulo.
O sucesso surpreendeu até os companheiros de equipe, que não sabiam da força do esporte no País – segundo pesquisa da Global Web Index, o Brasil é o terceiro país com mais apaixonados por futebol americano no mundo, perdendo apenas para Estados Unidos e México.

“Eles não sabem que o Brasil é tão grande assim no futebol americano. Quando eu me encontrei com o time, eles até me zombaram dizendo que agora eu era famoso. Eles acompanharam a repercussão. Até o dono do time veio falar comigo, me agradeceu”, afirmou Cairo Santos.

Anos atrás era inimaginável um brasileiro no esporte dominado por atletas americanos. Para Cairo, entrar nesse mundo é a parte mais difícil da carreira de um jogador.
“Para entrar você tem que competir com os melhores e você é apenas um calouro. Agora eu sei bem o que é necessário para permanecer. Acertar os chutes, os kickoffs (chute inicial) e pensar no próximo jogo para, a cada dia, estar se aperfeiçoando.”

A temporada regular da NFL começa hoje, com Carolina Panthers e Denver Broncos. Os Chiefs de Cairo estreiam no domingo, às 14h, contra o San Diego Chargers. Segundo o brasileiro, esse é o melhor elenco em que ele atuou desde que entrou na NFL. (Folhapress)

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Quer jogar futebol americano no Brasil? Niterói Federals seleciona novos jogadores

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A equipe de futebol americano Niterói Federals realizará um ‘try out’ (peneira) para selecionar novos jogadores, amanhã (27), às 10h, no campus da UFF no Gragoatá, próximo à Praça da Cantareira. Os interessados em participar deverão preencher a ficha de inscrição e deverão comparecer ao local do teste usando camisa camisa branca e chuteira com travas, além de pagar uma taxa de R$10 reais.

Mais informações podem ser encontradas na página oficial do time niteroiense no Facebook.

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Ex-jogador do Miami Dolphins, da NFL, Antonio Armstrong é morto a tiros, filho é o principal suspeito

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Ex-jogador do Miami Dolphins, da NFL, Antonio Armstrong foi assassinado a tiros junto a sua esposa, Dawn, na última sexta-feira (30). Investigações policiais apontam como único suspeito do crime um dos filhos do casal, de 16 anos.

Os assassinatos aconteceram na casa da família, no estado do Texas, nos Estados Unidos, durante a madrugada. Segundo as autoridades, o adolescente efetuou os disparos e em seguida ligou para a polícia alegando que o assassino seria um homem mascarado que teria invadido a casa da família. A possibilidade logo foi descartada pelos investigadores.

O suspeito de 16 anos está sob custódia policial e não teve seu nome revelado. Os outros dois filhos do casal dormiam quando o crime ocorreu. Dawn Armstrong morreu no local do crime, enquanto Antonio levou um tiro na cabeça e, mesmo levado ao hospital, não sobreviveu ao disparo. O casal tinha 42 anos.

O ex-atleta foi linebacker (jogador de defesa) do Miami Dolphins em 1995, o único ano em que conseguiu estar no elenco de uma franquia da NFL. Ele ainda chegou a treinar no San Francisco 49ers e no Sr. Louis Rams.

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Corinthias Steamrollers, constratação de novos jogadores – Seletiva acontecerá no dia 31 de julho para o masculino e feminino

Corinthians Steamrollers realizará seletiva para o time masculino e feminino para completar seu elenco para o segundo semestre. A seletiva que acontecerá no dia 31 de julho, às 13 horas no Parque São Jorge. Não é necessário ter experiência no futebol americano.

As inscrições já estão abertas e pode ser feitas clicando aqui até o dia 27.

O Corinthians Steamrollers é um dos mais tradicionais times do FA Nacional, sendo que a equipe disputa a Superliga Nacional de Futebol Americano. A equipe venceu por duas vezes de forma invicta o extinto Torneio Touchdown (2011 e 2012) e também já foi Campeão Latino Americano em 2014. Fora dos campos o time tem como seu grande orgulho, ter sua camisa do 10º ano de time imortalizada no Memorial do New England Patriots, que foi uma homenagem ao primeiro Steamrollers, que deu origem a atual equipe da NFL.

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Las Vegas poderia ter um time na NFL, gerido pelos irmãos Fertitta ex-donos da UFC

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Pode até parecer um pouco estranho, mas a venda do UFC pode ter uma consequência direta e importante na NFL. Como? Com um time da liga de futebol americano se mudando para Las Vegas. E já existe até a franquia escolhida para isso: os Raiders – lá vem o Las Vegas Raiders?!

Isso mesmo. A especulação, na verdade, não é nova. O atual dono do Oakland Raiders, Mark Davis, já está se mexendo para transformar isso em realidade. Nesta segunda, até visitou a cidade em busca de um lugar para construir um estádio – e saiu com uma lista de nove lugares possíveis. Mas, até agora, a própria NFL não estava lá querendo ajudar muito.

Mas a venda do UFC muda tudo. Por que? Simplesmente porque os irmãos Fertitta, agora ex-donos do Ultimate, deve entrar com tudo na parada.

lorenzo-e-frank III-EX-DONOS-da-UFCLorenzo e Frank Fertitta são apaixonados por futebol. E sempre tiveram um desejo de entrarem também no meio. “Não tenham dúvidas: eles vão acabar comprando um time da NFL”, garantiu Dana White, este ano, ainda enquanto tentava negar a venda do UFC.

Agora, os irmãos estão com o dinheiro na mão para dar esse passo. E parecem contar com o apoio de muita gente dentro da NFL, que não morre de amores por Mark Davis.

Pelo contrário, até!

Mark assumiu o comando dos Raiders em 2011, com a morte do pai Al Davis. Ele, porém, não é visto como um homem de negócios capaz o suficiente para manter a franquia em alta – vale lembrar que o pai Al mudou o patamar do time de Oakland com nada menos que três títulos de Super Bowl. Jerry Jones, por exemplo, dono dos Cowboys e um dos homens mais influentes da liga, não esconde sua vontade de ver os Raiders vendidos.

E poucos são homens tão bons de negócios quanto os irmãos Feritta. E o UFC é o maior exemplo disso, comprado por US$ 2 milhões em 2001 e vendido por US$ 4 bilhões quinze anos depois.

A investida, porém, pode acontecer com os Fertitta se tornando donos majoritários ou dividindo as ações dos Raiders com o próprio Davis.

Para Lorenzo e Frank, a compra de um time da NFL não significa matar só um desejo de entrar para o meio do futebol americano, mas também a oportunidade de aumentar ainda mais os lucros. Vale lembrar que eles são donos de uma das maiores redes de hotéis de Las Vegas. Ou seja: quanto mais a cidade encher, mais dinheiro eles ganham.

Há especulações na cidade de que um novo cassino seria construído para abrigar um estádio para os Raiders, com capacidade de 65 mil pessoas.

Ainda haveria algumas questões a serem discutidas, como as apostas. Na NHL, já há discussões sobre proibir as apostas com o time da cidade. Mas, com certeza, os Fertitta sem como resolver isso – afinal, foram os grandes responsáveis por liberar o MMA em boa parte dos Estados Unidos.

Las Vegas nunca teve uma equipe nas quatro principais ligas do esporte-americano. A estreia, porém, já está confirmada para o ano que vem, com um time confirmado na NHL, o campeonato de hóquei.

Mas ter um time na NFL seria outro história, levaria a cidade a outro nível.

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