Super Bowl de 2019 terá show do Marron 5

A revista “Variety” publicou nesta quarta-feira que a banda Maroon 5 será a atração do intervalo da 53ª edição do Super Bowl , partida final da liga de futebol americano (NFL) que será realizada no dia 3 de fevereiro de 2019, em Atlanta.

A organização do Super Bowl ainda não confirmou a realização do show, mas segundo a “Variety” um acordo com a banda foi fechado nos últimos dias e deve ser anunciado em breve.

Vocalista do Maroon 5, Adam Levine disse recentemente que seria um sonho ter a oportunidade de tocar no intervalo do evento. O show no Super Bowl tem grande repercussão, com a escolha do artista gerando expectativa dos fãs.

Neste ano, o comando do intervalo ficou por conta de Justin Timberlake. Lady Gaga, Coldplay, Beyoncé, Madonna e Bruno Mars foram outros artistas que recentemente se apresentaram.

O Super Bowl reúne os campeões das conferências Nacional e Americana da temporada da NFL, que já teve duas rodadas disputada de sua edição 2018/2019. O evento é um dos com maiores audiências da TV americana.

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O domingo da NFL: milagre em Green Bay, jogo interminável e decepção dos Browns

Primeiro domingo da NFL tem recuperação incrível de Aaron Rodgers após lesão no joelho, jogo mais longo da história da liga, Ryan Fitzpatrick fazendo mágica e outros momentos interessantes

A NFL está de volta e, com ela, também retornam aqueles momentos interessantes durante os jogos. E, como não poderia deixar de ser, o primeiro domingo da liga protagonizou situações bizarras, históricas, entre outras.

A começar pela saga do Cleveland Browns, que encerrou sua série de derrotas (perdeu todos os jogos em 2017), mas segue sem ganhar. Também tivemos uma virada incrível do Green Bay Packers com Aaron Rodgers machucado, desempenhos excepcionais, mais protesto durante o hino, Khalil Mack brilhando pelo Chicago Bears, jogo interminável… Não faltaram momentos dignos de nota.

Então, vamos a eles. Confira o que de melhor rolou no domingo de NFL:

Milagre de Aaron Rodgers

Aaron Rodgers proporcionou sentimentos extremos aos torcedores do Green Bay Packers na noite deste domingo. Ainda no primeiro tempo, ele sofreu uma lesão no joelho e foi aos vestiários levado pelo carrinho. Naquele momento, a sensação de muitos no Lambeau Field era que ele poderia ter sofrido um problema grave, o que acabaria com qualquer chance de sucesso na temporada.

O Chicago Bears chegou a abrir 20 a 0. Mesmo com a lesão, Rodgers voltou para o gramado na etapa final, claramente sem condições de se movimentar muito e sentindo dores para se locomover. Mas aí ele mostrou que, de fato, é um gênio. Lançou três touchdowns, o último deles de 75 jardas para Randal Cobb, e garantiu a vitória épica dos Packers, por 24 a 23, sobre um de seus maiores rivais. Uma noite pra nunca se esquecer na cidade que respira futebol americano!

Matando a saudade

O domingo foi quase um dia de “libertação” para os torcedores do Indianapolis Colts. Graças ao retorno de Andrew Luck. O começo foi bem decepcionante, sofrendo uma interceptação logo em seu primeiro lançamento. Porém, aos poucos o quarterback voltou a mostrar seu enorme potencial e passou para dois touchdowns. O último dele havia sido no dia 1º de janeiro de 2017. Perdeu o jogo, mas matou a saudade!

Calvário sem fim

Enfim acabou a sequência de derrotas do Cleveland Browns. É festa na cidade… Só que não! O time teve a chance de vencer um jogo depois de quase 20 meses, mas acabou ficando no empate com o Pittsburgh Steelers. E olha que esteve bem perto de ganhar, com um field goal de 43 jardas a 13 segundos do fim, mas ele foi bloqueado por T.J. Watt, que impediu o fim do jejum dos Browns.

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Pré-temporada da NFL: Lesionados de volta, calouros e estreias

Período de preparação esquenta nesta quinta-feira com 12 partidas, incluindo os retornos de Andrew Luck e Ryan Tannehill, a briga de novatos por espaço e três técnicos fazendo suas estreias

Impossível negar que jogos de pré-temporada não costumam ser os mais empolgantes. Em qualquer esporte. No caso do futebol americano, ainda há o agravante de que, por conta do risco de lesões, os principais astros dos times atuam pouco ou nem mesmo entram em campo. Porém isso não significa que as partidas do período de preparação não tenham seus atrativos.

Atletas recém-recuperados de lesões em busca de ritmo de jogo, calouros lutando por espaço e novos técnicos estreando na complexa missão de comandar uma equipe são alguns dos bons motivos para acompanhar a pré-temporada da NFL, que abre a Semana 1 nesta quinta-feira com 12 jogos.

Os retornos

Consolidados como quarterbacks titulares de Indianapolis Colts e Miami Dolphins, Andrew Luck e Ryan Tannehill perderam toda a temporada passada por conta de graves lesões. Agora, estão de volta e ansiosos para mostrarem serviço. O que deve acontecer já nesta quinta-feira.

Sem entrar em campo desde o dia 1º de janeiro de 2017, Andrew Luck está confirmado para a partida dos Colts contra o Seattle Seahawks. A expectativa é de que ele jogue todo o primeiro quarto. O jogador passou por uma cirurgia no ombro logo após a temporada de 2016 e tinha retorno previsto ainda no campeonato do ano passado. Porém, a recuperação foi mais lenta e ele acabou perdendo toda a temporada.

Já no caso de Ryan Tannehill, uma ruptura nos ligamentos do joelho durante o período de preparação custou toda a temporada de 2017. Recuperado, QB dos Dolphins ainda tem o retorno tratado com cautela pelo time, mas tudo indica que estará em campo por alguns minutos nesta quinta-feira contra o Tampa Bay Buccaneers.

Ruptura de ligamentos do joelho também foi o motivo que encerrou mais cedo a temporada de estreia do jovem Deshaun Watson, QB do Houston Texans. O jogador de 22 vinha tendo ótimo início, cotado a calouro do ano, até sofrer a lesão antes do oitavo jogo, no início de novembro de 2017. Passados nove meses, Watson está liberado fisicamente, vem treinando bem e também deve voltar a jogar nesta quinta contra o Kansas City Chiefs.

Jovens em busca de espaço

A pré-temporada também costuma ser grande oportunidade para calouros provarem seu valor em busca de vaga nos times para o início do campeonato. É o que fará o número 1 do último Draft, Baker Mayfield. Melhor jogador do futebol americano universitário em 2017, o quarterback de 23 anos vestirá pela primeira vez a camisa do Cleveland Browns no duelo contra o New York Giants e tentará mostrar para o técnico Hue Jackson que pode lutar pela vaga de titular do recém-chegado Tyrod Taylor.

Em situações semelhantes estão os quarterbacks novatos Sam Darnold (Jets), Josh Allen (Bills) e Josh Rosen (Cardinals). Todos deve estar em campo por seus times nesta primeira semana da pré-temporada sonhando com a vaga de titulares para o início do campeonato, em setembro.

Os jogos desta quinta também serão boa oportunidade para observar destaques do Draft em outras posições. São os casos dos novatos Saquon Barkley (running back dos Giants), Rashaad Penny (running back dos Seahawks), D.J. Chark (wide receiver dos Jaguars), Tre’Quan Smith (wide receiver dos Saints), Jaire Alexander (cornerback dos Packers) e Mike Hughes (cornerback dos Vikings).

A rodada também será interessante para observar outros jovens quarterbacks que vão para o segundo ano na liga e devem ganhar mais espaço em suas equipes. É o caso de Patrick Mahomes, que deve ser o titular do Kansas City Chiefs após a saída de Alex Smith.

Técnicos estreantes

A Semana 1 da pré-temporada também será importante para quatro treinadores experimentarem pela primeira vez como é ser o principal comandante de um time na NFL. A estreia mais aguardada é de Matt Patricia à frente do Detroit Lions. Parte da comissão técnica de Bill Belichick nos Patriots desde 2004, ele acumulou grande experiência passando por diferentes funções em New England, incluíndo a de coordenador defensivo nas campanhas dos títulos de 2015 e 2017.

Também farão suas estreias como treinadores principais Frank Reich (Colts), Steve Wilks (Cardinals) e Mike Vrabel (Titans). Já o experiente Jon Gruden, retorna à NFL após nove anos trabalhando como comentarista de TV. Campeão com os Buccaneers em 2003, o treinador é o novo comandante do Oakland Raiders, que encara os Lions na sexta-feira. Outra estreia será a de Pat Shurmur no New York Giants, em sua segunda oportunidade como técnico principal após rápida passagem pelos Browns em 2011/12.

Programação da Semana 1 da pré-temporada da NFL
09/08 (quinta-feira)

20h
New York Giants x Cleveland Browns
Buffalo Bills x Carolina Panthers
Cincinnati Bengals x Chicago Bears
Jacksonville Jaguars x New Orleans Saints
Philadelphia Eagles x Pittsburgh Steelers
Miami Dolphins x Tampa Bay Buccaneers

20h30
Baltimore Ravens x LA Rams
New England Patriots x Washington Redskins

21h
Green Bay Packers x Tennessee Titans
Kansas City Chiefs x Houston Texans

23h
San Francisco 49ers x Dallas Cowboys
Indianapolis Colts x Seattle Seahawks

10/08 (sexta-feira)

20h30
New York Jets x Atlanta Falcons

23h30
Oakland Raiders x Detroit Lions

11/08 (sábado)

22h
Denver Broncos x Minnesota Vikings

23h
Arizona Cardinals x Los Angeles Chargers

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O quarterback, Johnny Manziel, será titular do Montreal Alouettes nesta sexta-feira

Johnny Manziel finalmente vai receber sua chance na Canadian Football League (CFL). O quarterback fará seu primeiro jogo como titular na noite desta sexta-feira (3) com a camisa do Montreal Alouettes.

A notícia foi anunciada pelo técnico Mike Sherman, dos Alouettes, aos repórteres nesta terça (31).

Manziel fará sua primeira partida como titular depois de seis jogos como reserva na liga canadense.

Curiosamente, o signal caller ganhará sua primeira oportunidade de começar um jogo contra o Hamilton Tiger-Cats, time que trouxe o QB à CFL e trocou Manziel no último dia 22 de julho, em uma negociação grande que incluiu duas escolhas de primeira rodada do draft da liga.

Manziel não entrou em campo no primeiro jogo dele nos Alouettes, na última quinta.

O quarterback atuou em dois jogos de pré-temporada pelos Tiger-Cats, bem como em partes de dois jogos na Spring League, uma liga de desenvolvimento, em abril. Apesar disso, o jogo desta sexta à noite será o mais significativo para Manziel desde que ele foi dispensado pelo Cleveland Browns, após a temporada 2015 da National Football League.

Na semana passada, Manziel disse que sabia que seu caminho para o sucesso na CFL levaria mais tempo do que muitos imaginam.

“Eu domei minhas expectativas para não ficarem tão altas. Eu quero entrar e jogar um futebol americano sólido. É isso que eu quero fazer. Eu sei que será preciso de um pouco de esforço para chegar lá, porque é um processo. Estive longe do esporte por um tempo. Estou empolgado para ter algumas repetições, e sei que vou dedicar o tempo que preciso fora de campo para agilizar esse processo”, declarou Manziel.

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Carolina Panthers – Time da NFL e vendida para o bilionário David Tapper

A venda do Carolina Panthers ao bilionário David Tepper, gerente de ativos financeiros, foi finalizada nesta segunda-feira (9), como anunciou a franquia da Carolina do Norte.

“Estou empolgado para começar estar nova era para o futebol americano do Carolina Panthers e lisonjeado com a enorme empolgação e apoio ao time. Em nome dos torcedores e de mim mesmo, agradeço a Jerry Richardson por trazer o time para as Carolinas e por me confiar seu futuro”, declarou Tepper em comunicado divulgado pela organização.

“Ganhar é a coisa mais importante tanto no campo quanto na comunidade, e estou comprometido a ganhar um Super Bowl juntos. Estou ansioso para fazer parte da família Panthers e apoiar essa região florescente”, completou o novo proprietário da equipe.

O Carolina Panthers divulgou em seu Twitter oficial um vídeo em que David Tepper aparece em seu primeiro dia de trabalho na franquia.

Além da venda a Tepper ter sido finalizada, os Panthers também anunciaram a saída de Tina Becker do cargo de chefe de operações do time, que era uma funcionária com 19 anos de experiência na franquia. Ela havia sido promovida ao cargo em dezembro, depois que Jerry Richardson anunciou que estava vendendo a franquia, logo após ser aberta uma investigação da NFL contra ele sobre má conduta no ambiente de trabalho.

Richardson então acabou sendo multado em US$ 2,75 milhões em junho como resultado da investigação da liga, que fundamentou as acusações de má conduta contra funcionários da organização.

Tepper foi aprovado como novo dono dos Panthers durante o Spring League Meeting, encontro de proprietários de franquias da liga, realizado em maio. Ele comprou o time de Richardson pelo valor de US$ 2,275 bilhões, maior valor pago por uma franquia esportiva dos Estados Unidos na história.

Jerry Richardson também emitiu uma nota de despedida oficial.

“Eu desejo ao sr. Tepper tudo do melhor; o time está em boas mãos. O estádio é um lugar maravilhoso para assistir um jogo com amigos e família. Carolina é e será um competidor. Dos milhares de pessoas que vão todos os anos ao training camp até os milhões de torcedores que vão ao estádio ou seguem o time todos os dias, nós os agradecemos por trazer uma casa para o futebol americano dos Panthers em seus corações”, afirmou o ex-dono do time, em trecho da nota.

O Carolina Panthers faz sua estreia na temporada regular de 2018 no dia 9 de setembro, quando recebe o Dallas Cowboys, no Bank of America Stadium.

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Como a NFL e a NBA estão influenciando a Copa do Mundo da Rússia


A Copa do Mundo é um evento glorioso de nível global, uma reunião do mundo esportivo cheio de diversidade e ambientes culturais. Dependendo de onde você está e quais seleções estão por perto, você se sentirá como se estivesse na Cidade do México ou Buenos Aires, em Lima ou Paris, em Seul ou Sidney.

No entanto, assistindo ao torneio nas últimas semanas, tem sido impossível escapar da sensação de que nesta Copa do Mundo – sim, mesmo sem a seleção dos Estados Unidos envolvida – existe um clima estadunidense implícito.

Talvez sejam os bloqueios idênticos aos do basquete usado em bolas paradas, ou o fato do “erro claro e óbvio” ter se tornado o “Ele manteve a posse após o contato com o chão?”, ou ainda talvez apenas o novo ritual musical pré-jogo que saiu do enfadonho hino da Fifa orquestrado para a entrada de clássicos como AC/DC e The White Stripes.

Na verdade, é provável que a versão de Antoine Griezmann para o “The Decision”, quando o astro francês fez uma versão empobrecida de LeBron James e anunciou que permaneceria no Atlético de Madrid ao invés de ir para o Barcelona por meio de um documentário – que incluiu até ele arremessando algumas bolas – que foi lançado dias antes da estreia de sua seleção na Copa.

Independentemente disso tudo, acontece que tudo isso se combinou para que esta Copa do Mundo na Rússia – na Rússia! – tenha um toque de NBA ou NFL.

Acha que isso soa estranho? Considere isso:

Sobre marcações e mentalidade
A Inglaterra, que eliminou a Colômbia na terça-feira, tem sido elogiada pelo ressurgimento de sua seleção na Rússia. Várias das mudanças aconteceram pelas mãos do técnico Gareth Southgate e suas viagens de reconhecimento aos Estados Unidos.

No campo, o foco inglês para dominar as jogadas de bola parada é resultado direto do esforço de Southgate em entender como os treinadores da NBA trabalham para encontrar espaço ao redor do aro.

Quando Southgate esteve nos EUA no final do ano passado, ele assistiu um jogo do Minnesota Timberwolves especificamente para aprender mais sobre as técnicas envolvidas, e o resultado é fácil de ver. Como exemplo, durante o jogo da fase de grupos contra o Panamá, Ashley Young fez um bloqueio ideal no jogador defendendo John Stones, que permitiu que Stones escapasse e mandasse de cabeça o gol que abriu o placar na vitória por 6 a 1.

Mas encontrar estes momentos de bola parada – e controla-los – é apenas uma pequena parte de um esporte tão dinâmico e caótico. Southgate também visitou o Seattle Seahawks e então aplicou muitas dos aspectos técnicos que viu nos treinamentos do time. Ele também melhorou a relação com a imprensa, o que é historicamente uma relação conflituosa. Antes do torneio, Southgate organizou uma coletiva no estilo do Media Day do Super Bowl, quando todos os jogadores do elenco ficaram disponíveis, criando um ambiente mais aberto e que destacou a responsabilidade de cada um.

“Uma das razões para alguns de nossos homens terem viajado foi para ver como a NFL funciona, porque nós não temos que fazer as coisas da forma que sempre fizemos. Podemos tentar coisas que funcionam”, disse Southgate.

A Inglaterra não é a única olhando para os EUA. O Uruguai, que joga nesta sexta-feira contra a França, pelas quartas de final, é comandada por Oscar Tabarez, que não esconde sua opinião de que a NBA pode ajudar seus jogadores.

Tabarez acredita que a defesa na NBA, especificamente a maneira que os jogadores devem fazer a rápida transição do ataque em uma ponta do campo para a defesa na outra, é um aspecto fundamental para um país como o Uruguai, onde a quantidade de talentos talvez não seja tão grande como nas potências do futebol.

“Nesta liga (NBA), o que mais funciona é a defesa. O que melhor detém a bola no basquete geralmente é aquele que ganha, e nós queremos adaptar isso ao futebol”, disse Tabarez.

E o México, que surpreendeu a Alemanha na fase de grupos e perdeu para o Brasil na segunda-feira, também usou um método da NFL para o condicionamento mental. O técnico Juan Carlos Osorio, que é colombiano mas morou nos Estados Unidos na juventude, é conhecido como um inovador que constantemente olha para outros esportes (incluindo o rúgbi da Nova Zelândia) para pegar ideias.

Na preparação para o Mundial, Osorio incluiu um psicólogo para ajudar a preparação de seus jogadores. Imanol Ibarrondo trabalhou para manter os jogadores com o foco em vencer e não em tentar evitar perder.

“Não consigo imaginar um jovem em qualquer lugar que não sonhe em vencer, e isso é justo, é legítimo. Eu diria que é necessário, é essencial”, disse Ibarrondo.

“Após a revisão da jogada…”
A inclusão do auxiliar de vídeo nesta Copa do Mundo não inclui ainda o árbitro dando explicações ao público sobre sua decisão, como acontece na NFL, mas os fãs do futebol americano que estão acostumados com as mudanças de regras sober o que configura uma recepção podem estar com uma impressão de déjà vu.

A Fifa alega que “99,3%” das decisões tomadas pelo VAR na fase de grupos foram corretas, mas o replay não se provou uma panaceia para as discussões, e a principal razão para isso é que não há uma definição do que configura um “erro claro e óbvio”.

Para discutir: Como não notaram Harry Kane ter sido jogado no chão contra a Tunísia? Por que Cedric Soares, de Portugal, foi penalizado quando a bola bateu em seu braço sem que ele pudesse ter reagido? Além disso, se o pênalti dado para o Brasil contra a Costa Rica foi revertido, por que Neymar não recebeu o amarelo por simulação?

São questões tão complicadas que entram na categoria das filosóficas discussões sem fim como “O braço dele estava indo para frente? ” e “Ele realmente teve o controle da bola?”. E as discussões sem fim que acompanham as decisões do VAR apenas confirmam a ideia de que árbitros humanos vão interpretar incidentes de forma diferente.

Talvez um exemplo “claro e óbvio” disso tenha acontecido com o árbitro, que acabou sendo o americano Jair Marrufo, que apitou uma falta que aconteceu tanto um pouco dentro ou um pouco fora da área.

O árbitro disse que foi dentro. No replay pareceu ter sido fora. Mas o VAR não devia ter sido chamado de qualquer forma. Por que? Fãs da NFL podem responder isso de primeira: se a prova do vídeo não é definitiva, a chamada de campo deve ser mantida.

A confusão com a concussão
Durante o jogo de Marrocos contra Portugal, na fase de grupos, Nordim Amrabat caiu no chão após um choque de cabeça com um adversário. O médico marroquino entrou em campo e, enquanto examinava Amrabat, jogou água no rosto do jogador e deu leves tapas.

Então, apesar de Amrabat ter deixado o jogo e admitido depois que não tinha lembrança disso, ele jogou a partida seguinte de qualquer forma.

Soa familiar? Amrabat dificilmente foi o único jogador com alguma lesão na cabeça nesta Copa do Mundo, e a Fifa, que sofre para instalar qualquer tipo de política coerente para casos de concussão, segue procrastinando sobre este tema.

O corpo diretivo escreveu uma carta para a federação marroquina, lembrando-os dos protocolos para o tratamento de lesões na cabeça, mas, como a NFL trabalha nesta área, as ações geralmente não condizem com o discurso.

Até as reações posteriores parecem iguais. O tratamento de Amrabat “aumentou a preocupação”, disse um porta-voz da Fifa, “mas os procedimentos e a forma como lidar em um caso de concussão recai sobre responsabilidade dos médicos das equipes”, completou. “A Fifa continuará a acompanhar de perto o caso no decorrer da competição”.

A música se moderniza
Durante anos os jogadores entravam em campo para um jogo de Copa do Mundo acompanhados pelo hino da Fifa, uma composição clássica cheia de pompa e diplomacia, misturado com um certo tom de formatura de ginásio.

Agora, o hino foi trocado por uma versão osquestrada que toca apenas as gigantescas bandeiras de cada país são abertas. Então, quando os jogadores vêm a torcida pela primeira vez, a trilha sonora muda para algo que você pode ouvir no Staples Center ou no Madison Square Garden: “Thunderstruck”, do AC/DC, seguida por “Seven Nation Army”, do The White Stripes.

Um porta-voz da Fifa disse que não é certo que o velho hino da entidade foi oficialmente aposentado, mas comemora que a nova apresentação musical é mais “moderna”.

O uso de “Seven Nation Army” em todos os jogos, em particular, apenas reforça o legado da música como a mais famosa desta geração do futebol. O cântico foi apresentado aos estádios por torcedores da Bélgica e agora reverbera – com os torcedores cantando o refrão “Ohhhh-oh-oh-oh-oh-ohhhhhh” – em todos os lugares.

Ben Blackwell, que é arquivista da banda (e sobrinho do vocalista Jack White), disse que a esta altura não se surpreende em ver a música na Copa do Mundo. Afinal, ela é ouvida em jogos de basquete, futebol, em jogos universitários, de colégios, etc.

“Faz sentido, você não tem que falar nenhuma língua para isso. É uma música maravilhosa desta forma, a melodia faz todo o trabalho”, disse.

“Jack sabe disso. Ele sempre disse que esta música tomou vida de forma que ele jamais imaginou, e como compositor, esta é a melhor coisa que você pode esperar”, completou.

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Aposentadoria? – “Mais perto do que eu achava”, diz Tom Brady o quarterback do New England Patriots


Próximo de completar 41 anos, Tom Brady falou pela primeira vez sobre aposentadoria, em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey. O quarterback dos New Englad Patriots é considerado o melhor jogador de todos os tempo do futebol americano.

— Acho que a aposentadoria está mais perto do que eu achava. O corpo está começando a ceder e estou falhando lançamentos que antes eram praticamente impossíveis de errar — explicou Tom Brady, que começou a carreira em 2000.

Apesar de falar sobre o tema, Brady não definiu quando a aposentadoria vai acontecer. E ressaltou o amor pelos três filhos, dois com a modelo Gisele Bündchen e um de um relacionamento anterior:

— Desde que eu ainda esteja amando o esporte, jogar, treinar, a preparação e eu esteja disposto a arcar com o comprometimento, vou continuar. Mas há outras coisas acontecendo na minha vida também. Eu tenho três crianças que eu amo, e eu não quero ser um pai que não está levando suas crianças para os jogos delas. Eu acho que meus filhos trouxeram uma grande perspectiva na minha vida, porque crianças apenas desejam atenção. É melhor você estar lá e estar disponível para elas, ou caso contrário elas vão olhar para trás e pensar ‘papai não se importava tanto’.

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Novas regras no futebol americano – NCAA anuncia mudanças ma regra de elegibilidade

Jogadores do college football poderão disputar até quatro partidas em uma temporada sem abrir mão de redshirt

A NCAA anunciou nesta quarta-feira (13) duas mudanças de regulamento significativas para o college football. A alteração mais importante permite que os jogadores disputem até quatro partidas em uma mesma temporada sem abrir mão da redshirt. Além disso, também podem entrar com pedidos de transferência sem a aprovação prévia das universidades, efetivamente impedindo os comuns bloqueios de transferência. As regras são válidas somente para a Divisão I (FBS e FCS).

No futebol americano universitário, o regulamento garante um total de cinco anos de elegibilidade, embora os atletas sejam limitados a jogar somente por quatro temporadas. Assim, é possível atuar por quatro anos e passar um como redshirt, o que permite ao atleta treinar com o restante do time mesmo sem entrar em campo durante os jogos. Anteriormente, a presença em campo durante um único snap automaticamente forçaria o atleta a abrir mão da redshirt. A nova regra, no entanto, libera os jogadores redshirt para atuar em até quatro partidas e, ainda assim, preservar um ano de elegibilidade. Da mesma forma, jogadores que sofrerem lesões não perderão uma temporada completa de elegibilidade caso não tenham superado a marca das quatro partidas.

Diretor do conselho da Divisão I, Blake James, da Universidade de Miami, celebrou a mudança do regulamento.

“Essa mudança, além de justa, é positiva para a saúde e o bem-estar dos atletas universitários. Jogadores redshirt de futebol americano terão mais chances para aumentar o envolvimento com o time, e titulares terão uma pressão menor para continuar jogando ao sofrerem lesões. Os técnicos aproveitarão a possibilidade de oferecer aos jogadores mais jovens a oportunidade de participar da competição de maneira limitada”.

A implementação da nova regra foi adiada no mês de abril para que houvesse o esclarecimento a respeito de alguns pontos, como o número de jogos e a elegibilidade de jogadores que atuassem em partidas de pós-temporada. Nesse caso, foi decidido que a nova regra não será aplicada a atletas que participem da pós-temporada antes de começar o primeiro ano letivo na universidade.

A NCAA avalia a possibilidade de implementar a nova regra de elegibilidade em outros esportes. As mudanças entrarão em efeito já na temporada 2018 do college football, que começa no dia 25 de agosto.

(Foto: Reprodução Twitter/NCAA Football)

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Cinco pessoas, incluindo uma grávida, foram baleadas enquanto assistiam a um jogo de futebol americano nos EUA

Nesta segunda-feira (4), pelo menos cinco pessoas foram baleadas enquanto assistiam a um jogo de futebol americano perto de Fair Park, no centro de Dallas, nos Estados Unidos.

De acordo com o Daily Mail, uma das vítimas é uma mulher grávida que teve que passar por uma cesariana de emergência no local, informou a CBSDFW.

A gestante está agora em estado crítico e não há nenhuma novidade sobre a saúde da criança.

O tiroteio aconteceu no Centro Recreativo de Juanita Craft pouco depois das 21h30 (23h30 em Brasília).

Segundo fontes no local, um grupo de homens entrou em campo e começou a disparar. Até ao momento não há registo de detenções.

Não se sabe ao certo qual o estado de saúde das pessoas baleadas.

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NFL – O jogador DeAngelo Hall anuncia aposentadoria após 14 temporadas

O defensive back DeAngelo Hall, um dos grandes nomes de secundária na National Football League na última década, anunciou sua aposentadoria do futebol americano após 14 temporadas dedicadas à liga.

Falando durante o torneio de golfe da Ryan Kerrigan Leukemia and Lymphoma Society, Hall afirmou revelou que ainda está refletindo sobre o que deseja fazer em sua carreira pós-futebol americano. O safety está decidindo se deseja trabalhar em um cargo diretivo em alguma franquia ou então se prefere ser comentarista.

Contudo, Hall fez questão de frisar que sua carreira nos campos está encerrada.

“Eu não vou jogar, isso é certeza absoluta”, declarou.

Dos 14 anos em que Hall jogou na NFL, 10 foram vestindo a camisa do Washington Redskins.

Três vezes selecionado para o Pro Bowl durante sua trajetória na liga, Hall atuou como cornerback na maior parte de sua carreira antes de migrar para a posição de safety nos últimos dois anos e meio.

“Mediana”, afirmou Hall, referindo-se à sua carreira. “Não foi ótima; estava no ritmo para ser realmente boa até quatro anos atrás. Eu tive a visão de uma jaqueta dourada (de Hall of Famer). As lesões nos últimos anos foram muito difíceis para mim, então isso está fora de questão. Quem pode dizer que não posso entrar de outro jeito. Esse é meu foco. Eu ainda quero uma jaqueta dourada, seja como um executivo, como treinador. Eu vou conseguir a minha jaqueta dourada. Acreditem nisso”, profetizou.

Entre 2014 e 2016, Hall perdeu 31 de 48 jogos devido às contusões. Ele iniciou a temporada 2017 na lista de jogadores sem condições físicas de desempenhar (PUP list), ainda devido a uma ruptura no ligamento cruzado anterior do joelho sofrida na semana 3 da temporada 2016.

O defensive back de 34 anos de idade voltou aos campos na semana 9 da temporada passada e foi titular em uma vitória dos Redskins por 17 a 14 sobre o Seattle Seahawks, mas ele atuou em apenas um snap defensivo nos últimos seis jogos e foi listado como inativo por motivos de saúde em três oportunidades.

Hall chegou aos Redskins no meio da temporada 2008, depois de ser dispensado pelo Oakland Raiders. Ele foi cortado pela franquia californiana após somente oito jogos disputados depois de assinar um contrato de seis anos com US$ 23 milhões garantidos.

Ele ajudou a solidificar a posição de cornerback em Washington, sendo titular em todos os jogos entre 2010 e 2013. Hall interceptou 17 passes nestas quatro temporadas.

Hall mudou para a posição de safety durante a temporada 2015.

DeAngelo Hall foi selecionado pelo Atlanta Falcons na primeira rodada do draft de 2004, com a oitava escolha geral, e ficou na franquia da Geórgia até 2007. Lá ele somou 17 interceptações em quatro anos antes de rumar para os Raiders.

Em 171 partidas de temporadas regulares disputadas em sua carreira, DeAngelo Hall somou 43 interceptações (cinco retornadas para touchdown), 132 passes defendidos, 811 tackles combinados, 11 fumbles forçados, 13 fumbles recuperados e dois sacks.

Uma vez, em um jogo contra o Chicago Bears em 2010, Hall fez quatro interceptações.

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