Malcolm Glazer – Dono do time de futebol americano Manchester United morre aos 85 anos

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O dono do Manchester United, o americano Malcolm Glazer, morreu na manhã desta quarta-feira aos 85 anos, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. O empresário também era dono do Tampa Bay Buccaneers, clube da NFL (Liga de Futebol Americano dos Estados Unidos), e a informação foi confirmada pelo próprio site dos Bucs. Porém, ainda não se sabe o motivo do falecimento.

Glazer comprou o Buccaneers em 1995 e ganhou o Super Bowl em 2002. Em 2005, ele adquiriu também o United. Desde então, ele conquistou cinco edições do Campeonato Inglês (2007, 2008, 2009, 2011 e 2013), e faturou a Liga dos Campeões de 2008.

Glazer era casado, e além da esposa Linda, deixou seis filhos e 14 netos.

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Superliga Nordeste de Futebol Americano – O João Pessoa Espectros vão para Bananeiras para treinar

treino-do-joao-pessoa-espectros-fotoO João Pessoa Espectros viaja nesta quinta-feira para Bananeiras. Com os 28 novos atletas que foram escolhidos em uma seletiva, a equipe vai ter quatro dias de treinamento no Brejo paraibano. Cerca de 80 pessoas, entre atletas e comissão técnica participarão do acampamento de treino preparatório para a disputa da Superliga Nordeste de Futebol Americano e para o Campeonato Brasileiro da modalidade.

Durante este período, os jogadores aperfeiçoarão o entrosamento, participando de treinos específicos para cada posição, aulas sobre as táticas da equipe e treinos coletivos, vivenciando na prática o novo esquema tático do time para a temporada 2014. Em seu primeiro acampamento de treino como treinador principal do Espectros, Marcos Aurélio Crispim diz que, além dos benefícios técnicos, o evento serve para unir elenco.

- Esse é o momento para construir os alicerces que vão sustentar a equipe, instalar o livro de jogadas e entrosar os atletas. Afinal, o número de treinos durante o ano é bastante limitado. Então é durante o training camp que é definido o destino do atleta na temporada. Para os jogadores mais novos, ele serve como período de avaliação; para os veteranos, é hora de entrar em forma e passar conhecimento para os novatos – diz Marcos.

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Camisas T-shits inspiradas no futebol americano, hockey e basquete

Se você tem uma TV em casa, ou uma conexão discada que seja de internet, já deve ter se deparado com alguma celebridade (ou não) desfilando por aí com um T-shirt que remeta aos uniformes usados pelos atletas do futebol americano, hockey, ou basquete. Pois é… a moda veio para ficar e se a dúvida é como usar, seus problemas acabaram! Dá um look na seleção de inspirações e entre nesse time que é sucesso na certa!

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Maconha no futebol americano – Jogador diz que é comum atletas fumarem

Ryan-Clark-imagem-foto-maconha-jogadorO jogador de futebol americano Ryan Clark revelou em entrevista nesta quinta-feira (6) que é comum que vários companheiros fumem maconha. Segundo ele, essa é a forma que eles encontraram para aliviar a dor e o estresse entre as partidas.

“Eu sei de caras no meu time que fumam (maconha). E não é uma situação que você pensa ‘Oh, eles estão tentando ser descolados’. Eles estão fazendo de uma forma recreativa. Muito disso é para aliviar o stress. Muitos pensam ‘Se eu fumar isso aqui, fico longe de drogas para acabar com a dor e que viciam’”, disse Clark, que é safety do Pittsburgh Steelers.

O uso de maconha por parte de jogadores veio à tona nos Estados Unidos após os dois finalistas da NFL – Seattle Seahawks e Denver Broncos – serem de estados em que a uso recreativo da droga é liberado. O comissário da NFL, Roger Goodell, já disse que não pretende excluir a maconha da sua lista de substâncias proibida.

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Super Bowl – Comerciais milionários – Preço de anúncio na final do futebol

A final do campeonato de futebol americano, que acontece neste domingo (2), costuma ser o evento escolhido pelos anunciantes para o lançamento de grandes campanhas publicitárias.

Neste ano, o espaço comercial de 30 segundos no intervalo do Super Bowl chegou a ser vendido por mais de US$ 4 milhões, ante uma média de US$ 3,5 milhões no ano passado.

O evento costuma registrar a maior audiência da TV dos Estados Unidos. Para a transmissão da disputa entre o Denver Broncos e o Seattle Seahawks, é esperada uma audiência de mais de 100 milhões de espectadores. No ano passado, 108,4 milhões de pessoas acompanharam ao vivo a final.

Alguns dos comerciais deste ano já estão disponíveis em versões divulgadas pelas marcas na internet.

Os atores Arnold Schwarzenegger, Scarlett Johansson e o ex-jogador David Beckham estão entre as estrelas escaladas pelos anunciantes para as campanhas. Confira abaixo algumas delas:

Chobani
Marca de iogurte grego mostra urso faminto invadindo loja

SodaStream
Comercial sensual com Scarlett Johansson provoca gigantes Coca-Cola e Pepsi

Volkswagen
Engenheiros ganham asas quando um carro da marca atinge 100 mil milhas

Kia
Personagem Mopheus de “Matrix” propõe mudança de perspectiva e pede que casal escolha entre uma chave azul e uma vermelha

Budweiser
Campanha retrata a amizade entre um cavalo e um filhote de cachorro

Toyota
Ator e ex-jogador de futebol americano Terry Crews contracena com os Muppets

Axe
Cenas de guerra e de ameaças se revelam declarações de amor e encontros amorosos

Bud Light
Schwarzenegger vira mesatenista em teaser de comercial de cerveja

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Celebração de torcedores em jogo de futebol americano em Seattle fez tremor de magnitude entre 1 e 2 na escala Richter

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Um instituto que mede atividades sísmicas nos Estados Unidos constatou que registros de um terremoto de magnitude entre 1 e 2 no noroeste do país, na segunda-feira (2), foram provocados pela comemoração de torcedores que acompanhavam uma partida de futebol americano no estádio CenturyLink Field.

O pico do tremor veio quando a torcida dos Seattle Seahawks gritou e pulou após um touchdown de sua equipe, no início do jogo contra os New Orleans Saints.

O registro foi feito pela entidade Pacific Northwest Seismic Network (PNSN), que estuda os movimentos da terra na região dos estados de Washington e Oregon.

O diretor do PNSN, John Vidale, disse ao canal CNN que eles registraram cinco “eventos sísmicos” durante o jogo.

Não foi a primeira vez que a torcida sacudiu Seattle. Em 2011, a mesma torcida causou eventos sísmicos festejando um touchdown.

Em setembro, a torcida dos Seahwaks entrou para o livro dos recordes Guinness como a torcida mais barulhenta do mundo.

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Lágrimas no Futebol Americano – Jogador Knowshon Moreno da NFL “chora muito” durante hino e vira hit na web

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Nascido na pacata comunidade de Belford, em New Jersey, o running back Knowshon Moreno já está sendo chamado pela imprensa americana de “o atleta mais nacionalista” da história do país. Isso porque o jogador de 26 anos, que defende o Denver Broncos, protagonizou uma cena incomum durante a execução do hino nacional dos Estados Unidos neste domingo, antes da partida contra o Kansas City Chiefs, pela NFL, a liga nacional de futebol americano.

As abundantes lágrimas de Moreno durante a execução do “The Star-Spangled Banner” chamaram a atenção dos comentaristas que participavam da transmissão da partida disputada em Kansas City, Missouri. Emocionado, o jogador não economizou no volume de choro e derramou lágrimas em quantidade incomum. A cena foi parar na internet e virou hit instantâneo, com diversas versões “remixadas” do momento de sensibilidade à flor da pele do atleta. Os Broncos venceram os Chiefs por 35 a 28.

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Record do touchdown mais logo da NFL – Cordarrelle Patterson do Minnesota Vikings

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Cordarrelle Patterson, wide receiver do Minnesota Vikings, igualou o recorde de touchdown mais longo da história da NFL, a liga de futebol americano dos EUA, com uma corrida de 109 jardas, neste domingo, em Minneapolis. O jogador recebeu a bola na sua própria endzone, correu até a endzone adversária e comemorou o touchdown, igualando o feito de Antonio Cromartie do San Diego Chargers, que em 2008 também cruzou o campo para anotar um touchdown.

O feito de Patterson foi logo no início do jogo contra o Green Bay Packers. Mais precisamente com 13 segundos de partida. Apesar da rapidez, não foi o touchdown mais rápido da história da NFL, marcado em 2003 por Randal Williams, do Dallas Cowboys, com apenas três segundos de jogo. Mesmo com o feito histórico do seu jogador, o Minnesota Vikings não conseguiu evitar a derrota por 44 a 31.

Já na vitória do Detroit Lions sobre o Dallas Cowboys por 31 a 30, também neste domingo, pela NFL, o nome do jogo foi o também wide receiver Calvin “Megatron” Johnson. Ele conseguiu 14 recepções para 329 jardas, a segunda maior marca da história da NFL em um único jogo. O Detroit se tornou apenas o segundo time da história a ganhar uma partida com um saldo de turnovers de -4. A vitória do Detroit foi de virada e veio no último minuto. A jogada decisiva foi do quarterback Matthew Stafford, que enganou a defesa de Dallas e mergulhou para marcar o touchdown da vitória a 12 segundos do fim.

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Arian Foster do Houston Texans é cotado na Bolsa de Valores

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Um astro do futebol americano será o primeiro atleta a ser cotado na Bolsa de Valores. O running back (jogador de ataque que atua mais correndo com a bola e parte de trás da sua linha de bloqueio) Arian Foster, do time de futebol americano Houston Texans, aceitou transformar parte de seus rendimentos futuros em ações e comercializá-las na Bolsa de Valores de Nova York, em Wall Street.

O modelo é similar ao que se chama de securitização de recebíveis e é bastante comum no mercado americano – artistas como David Bowie fizeram isso décadas atrás. A novidade é usar as receitas de um atleta profissional e arrecadar por meio de ações na Bolsa.

Serão colocadas 10,6 milhões de ações por 10 dólares cada de uma empresa criada pelo jogador, que terá como ativo 5% de suas receitas futuras. Vendidas as ações, Foster receberá US$ 10 milhões e a empresa criada para esse fim, 600 mil. Conforme a carreira do jogador for evoluindo, as ações subirão ou cairão de preço. O jogador terá, por outro lado, uma garantia de receita contra eventuais lesões.

O projeto foi criado por uma empresa da Califórnia chamada Fantex. Diante da surpresa que provocou no mercado americano, a Fantex lançou um site com extensas explicações para mostrar que tudo está dentro da legalide e que foi aprovado pela CVM americana.

Transparência

Um dos fatos que permite esse modelo de negócio é o de que nos Estados Unidos os contratos assinados pelos jogadores, tanto com o clube, como com os patrocinadores, são públicos. Os investidores assim podem estimar quanto poderão ganhar.

Um complicador é que o contrato com o clube possui um complexo sistema de pagamento, e até mesmo cláusulas que permitem a demissão
sem pagar qualquer compensação em certas circunstâncias.

No ano que vem, a Fantex poderá fazer o mesmo tipo de operação com outros jogadores, podendo colocálos na Bolsa, se o modelo se revelar
atraente para os investidores.

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Violência no Futebol Americano – Riscos a atletas abalam início da temporada

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A temporada profissional de futebol americano começou na quinta-feira passada em meio a uma polêmica antiga, mas que ganhou força nos últimos dias: a dos riscos do esporte à saúde dos atletas.

Uma semana depois do anúncio de que a Liga Nacional de Futebol Americano (NFL, na sigla em inglês) chegou a um acordo de US$ 765 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhão) com mais de 4,5 mil ex-jogadores portadores de graves problemas neurológicos, muitos americanos questionam a cultura de violência do esporte e o impacto nas novas gerações.

“À medida que se sabe mais sobre os grandes riscos de repetidas concussões, o futuro do futebol (americano), desde as ligas iniciais até as profissionais, é posto em xeque”, disse o jornal Chicago Tribune em editorial nesta semana.

Os jogadores envolvido no processo contra a NFL dizem que seus problemas – entre eles esclerose lateral amiotrófica (ELA, conhecida nos EUA como a Doença de Lou Gehrig), mal de Alzheimer e outros tipos de demência – são resultado de concussões sofridas em campo.

Dizem ainda que a NFL escondeu informações sobre os perigos das pancadas na cabeça tão comuns nas partidas.

A entidade afirma que nunca ignorou ou escondeu os riscos de concussões.

“A parte mais lamentável do acordo é que a liga não terá de entregar documentos revelando o que sabia sobre os riscos do jogo e maneiras de reduzi-los”, publicou o Chicago Tribune.

Taxa de mortalidade maior

Diversas pesquisas vêm alertando há vários anos que os repetidos golpes na cabeça, comuns em treinamentos e jogos, podem resultar em danos permanentes. Entre os riscos estão perda de memória, depressão, suicídio e doenças degenerativas.

O problema chegou a ser alvo de audiência pública no Congresso americano, em 2009.

Um estudo divulgado no ano passado por cientistas ligados ao Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), agência do Departamento de Saúde, analisou dados de 3.439 ex-jogadores que atuaram por cinco ou mais temporadas na NFL.

A conclusão, publicada na revista científica Neurology, foi de que nesse grupo, a taxa de mortalidade por Alzheimer ou ELA é quatro vezes maior do que a média da população.

“Apesar dos resultados não estabelecerem uma relação de causa e efeito entre concussões relacionadas ao futebol (americano) e morte por doenças neurodegenerativas, eles fornecem apoio adicional às descobertas de que jogadores profissionais de futebol têm risco maior de morte por causas neurodegenerativas”, diz um dos autores, Everett Lehman.

O Centro de Estudos sobre Encefalopatia Traumática, na Universidade de Boston, tem um banco com mais de cem cérebros, muitos doados por famílias de jogadores.

Autópsias revelam um alto íncide de Encefalopatia Traumática Crônica (CTE, na sigla em inglês), tipo de lesão no cérebro associada a concussões.
Problema maior?

À medida que mais estudos ligam o esporte a doenças, algumas regras foram modificadas na tentativa de aumentar a segurança. Mas especialistas dizem que ainda há muito a fazer.

Um dos temores é o de que o problema seja maior do que o indicado nos estudos, já que os jogadores que apresentam danos agora foram profissionais entre as décadas de 60 e 80, quando os atletas não eram tão grandes nem tão rápidos como atualmente.

O destaque recente dado ao tema tem aumentado também a preocupação com crianças e jovens jogadores de ligas amadoras e estudantis, que se espelham na NFL.

Pesquisas indicam que a maioria dos jogadores de ligas estudantis não reportam danos sofridos em campo.

“É preciso muito mais precaução e pesquisas no esporte, não apenas no nível profissional, mas passando pela poderosa máquina da National Collegiate Athletic Association, que controla o futebol nas universidades, e por ligas locais onde 3 milhões de crianças menores de 14 anos imitam entusiasmadamente os profissionais”, escreveu o jornal The New York Times em editorial após o anúncio do acordo com a NFL.

Críticos do acordo afirmam que a soma é pequena quando comparada aos rendimentos da NFL, de cerca de US$ 10 bilhões por ano.

O dinheiro será desembolsado ao longo de 20 anos e irá beneficiar todos os 18 mil jogadores aposentados da NFL, quer tenham participado da ação ou não. Parte será destinada a pesquisas e educação sobre o problema.

Mas a polêmica parece longe de terminar. Já vem sendo esperada com ansiedade a exibição de um documentário sobre o tema pela rede de televisão PBS, em 8 de outubro.

O programa promete revelar a “história oculta da NFL e dos danos cerebrais”.

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