Gino Marchetti, lenda da NFL, morre aos 93 anos de idade

A National Football League perdeu uma lenda nesta terça-feira, já que o ex-defensive end Gino Marchetti morreu aos 93 anos de idade. O Baltimore Ravens, onde ele foi ídolo, e o Hall da Fama do Futebol Americano Profissional (PFHOF) anunciaram o falecimento do astro.

Marchetti atuou na NFL por 14 temporadas, sendo a primeira com o Dallas Texans, em 1952, antes de chegar ao então Baltimore Colts, onde ele passou 13 temporadas memoráveis (1954 a 1964 e 1966). O ídolo foi um dos maiores pass rushers da NFL, mas isso antes de sacks se tornarem uma estatística oficial em 1982.

O defensive end foi selecionado para o time All-NFL em nove oportunidades, foi selecionado ao Pro Bowl em 11 oportunidades e foi nomeado o melhor defensive end da NFL nos primeiros 50 anos da liga. Ele ganhou dois campeonatos com os Colts (1958 e 1959).

Marchetti disputou 161 jogos em sua carreira, sendo 151 como titular, e entrou para o Pro Football Hall of Fame em 1972.

Antes de jogar na NFL, Marchetti serviu ao Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, sendo esta uma experiência que ele disse que “alterou sua vida”.

 

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Fenômeno Kyler Murray – Abriu mão de R$ 18 mi no beisebol, para fazer história no Draft da NFL

Top 10 no Draft da MLB em 2018, jovem de 21 anos opta por seguir carreira no futebol americano e é favorito para a primeira escolha na seleção de talentos da NFL, nesta quinta-feira.

Fenômeno raro – muito raro -, Kyler Murray vem escrevendo uma das trajetórias mais impressionantes dos esportes americanos nos últimos anos. Ser atleta de altíssimo rendimento em uma modalidade é algo para poucos. O que dizer de quem se destaca em diferentes esportes? No caso do jovem de 21 anos, o talento no beisebol e no futebol americano o colocou na mira de duas das maiores ligas dos Estados Unidos: MLB e NFL.

Com sucesso duplo na carreira universitária, Murray nunca escondeu a preferência por atuar como quarterback. Tanto que, selecionado no Top 10 do Draft de 2018 da MLB, decidiu devolver o bônus de US$ 4,7 milhões de dólares (cerca de R$ 18 milhões na cotação atual) que recebeu do Oakland A’s e entrou no Draft de 2019 da NFL, que começa nesta quinta-feira.

A decisão está longe de ser uma loucura, como muitos poderiam pensar. Kyler já havia deixado o beisebol em segundo plano no ano passado para jogar mais uma temporada no futebol americano universitário. Eleito o melhor da NCAA em 2018, agora é cotado para a primeira escolha na seleção de talentos da NFL – o que pode render contrato de mais de US$ 30 milhões (R$ 117 milhões).

O fato de ter apenas 1,78m de altura – considerado baixo para a posição de QB – torna Kyler Murray fenômeno ainda mais intrigante. Ele compensa a estatura com precisão e força nos passes, além de potentes corridas com a bola. Combinação que deve o transformar nesta quinta no menor quarterback já selecionado na primeira rodada do Draft da NFL em todos os tempos.

Neto de uma sul-coreana, Kyler Murray nasceu no Texas em agosto de 1997. Curiosamente, o pai viveu o mesmo dilema que ele quando jovem. Destaque no beisebol colegial, Kevin Murray foi selecionado pelo Milwaukee Brewers no Draft de 1982 e atuou por uma temporada como profissional em ligas menores até decidir se dedicar ao futebol americano universitário.

Quarterback em Texas A&M, Kevin Murray acabou não sendo selecionado por nenhuma equipe da NFL no Draft de 1987 e encerrou a carreira de atleta pouco depois. O irmão mais novo, Calvin Murray, teve trajetória profissional um pouco mais longa, no beisebol, atuando na MLB entre 1999 e 2004.

Nessa família de atletas, Kyler Murray cresceu praticando diferentes esportes e logo começou a se destacar rebatendo e lançando a bola oval, o que rendeu bolsa na universidade de Texas A&M, em 2015, para jogar tanto beisebol quanto futebol americano. Transferido para Oklahoma no ano seguinte, se tornou QB suplente e continuou fazendo sucesso na equipe de beisebol.

O fato de ter declarado desejo de se tornar profissional no futebol americano não impediu o Oakland A’s de o escolher na nona posição do Draft de 2018 da MLB. De maneira surpreendente, a franquia da Califórnia assinou o contrato de US$ 4,7 milhões com Kyler, mas não exigiu apresentação imediata e permitiu que ele ficasse mais uma temporada no futebol americano universitário.

Explosão como QB
Quando se transferiu de Texas A&M para Oklahoma, em 2016, Kyler Murray sabia que, pelas regras da NCAA, teria que ficar afastado por uma temporada do futebol americano. O plano era seguir jogando beisebol e voltar em 2017, como titular dos Sooners. A espera, porém, foi maior.

Também por questões de transferência, o então dono do posto, Baker Mayfield, ficou um ano a mais que o previsto em Oklahoma e deixou Murray como segunda opção em 2017. Baker foi incrível, levou o time às semifinais nacionais, estabeleceu o recorde da liga em jardas por tentativa e venceu o Troféu Heisman, dado ao melhor jogador da temporada da NCAA.

Quando Baker seguiu para a NFL como primeira escolha do Draft de 2018 pelo Cleveland Browns, o caminho finalmente se abriu para Kyler Murray. Mesmo com a opção de também se profissionalizar no beisebol, o garoto não abriu mão do sonho no futebol americano e optou por encarar a pressão de suceder o Mayfield como QB dos Sooners.

A decisão se mostrou acertada logo nas primeiras semanas da temporada. Sem sentir o peso, Kyler Murray explodiu como quarterback titular em Oklahoma. Não apenas levou o time novamente às semifinais nacionais, como quebrou o recorde de Baker em jardas por tentativa e também venceu o Troféu Heisman – segundo ano seguido para um jogador diferente da mesma universidade, o que não acontecia desde a década de 1940.

Combinando a precisão nos passes e a agilidade para correr com a bola, o “baixinho” Murray surpreendeu com uma das melhores temporadas já registradas por um QB na NCAA. Foram 4.361 jardas lançadas, 1.001 jardas corridas e 54 touchdowns – 42 aéreos e 12 terrestres.

Número 1 do Draft?
O desempenho brilhante em Oklahoma fez de Kyler Murray candidato natural a repetir o antecessor, Baker Mayfield, como primeira escolha no Draft da NFL. No entanto, ainda há alguns obstáculos.

A altura vem sendo um dos principais questionamento dos scouts da liga. Desde a fusão entre NFL e AFL, em 1970, jamais um QB de menos de 1,80m foi selecionado na primeira rodada do Draft. O temor é que o talento de Murray não seja o suficiente para compensar a desvantagem física entre os profissionais.

 

O sucesso recente de jogadores considerados baixos para a posição, como o Drew Brees (1,83m) e Russell Wilson (1,80m), pode ajudar a afastar a desconfiança. Outro ponto que aproxima Kyler Murray do posto de número 1 do Draft é o fato de que cairia como uma luva no sistema de ataque do Arizona Cardinals, dono da escolha e comandado pelo jovem treinador Kliff Kingsbury, fã do QB desde que trabalhava na NCAA.

Outra questão entre Kyler Murray e a primeira escolha do Draft atende pelo nome de Nick Bosa. Muitos analistas consideram o defensive end de Ohio State o principal talento disponível na classe de 2019 e forte candidato a superar o QB na preferência dos Cardinals, que já selecionaram um promissor quarterback no Top 10 do ano passado (Josh Rosen).

Sonho da carreira dupla
No momento, o foco de Kyler Murray está totalmente voltado para o futebol americano. O que não significa que ele tenha esquecido o beisebol. O jovem texano já afirmou diversas vezes que gostaria de conciliar carreiras profissionais nos dois esportes, como fez nos tempos de estudante.

– O que quero mesmo é jogar os dois. Só preciso descobrir como poderia fazer isso – brincou Murray em entrevista recente.

Atletas com talento em múltiplos esportes não são exatamente uma novidade nos Estados Unidos. Astros como os multicampeões do Super Bowl, Tom Brady e Troy Aikman, também chegaram a serem escolhidos no Draft da MLB. Outro destaque da NFL, o wide receiver Terrell Owens se aventurou no basquete jogando uma Liga de Verão pelo Scramento Kings. Não faltam exemplos de jogadores com carreiras no futebol americano e no atletismo.

Apesar dos muitos casos, são raros os atletas que conseguem alcançar o ápice profissional conciliando carreiras no esporte. Os exemplos de sucesso mais recentes em que Kyler Murray pode se inspirar são das décadas de 1980 e 1990.

Com oito anos de carreira na MLB e quatro na NFL, o lendário Bo Jackson se tornou, em 1990, o único jogador até hoje a ter alcançado o Jogo das Estrelas nas duas ligas. Destaque como outfielder do Kansas City Royals, Jackson levou até o prêmio de MVP do All-Star de 1989 da MLB. Simultaneamente, Bo atuava como running back do Los Angeles Raiders na NFL (atual Oakland Raiders) e foi eleito para o Pro Bowl em sua última temporada na liga.

Outro caso de sucesso foi Deion Sanders. Bicampeão do Super Bowl com San Francisco 49ers (1995) e Dallas Cowboys (1996), o cornerback Hall da Fama também conciliou os 14 anos de carreira na NFL com passagem sólida pela MLB, se tornando único jogador a disputar finais nas duas ligas. Com nove temporadas no beisebol, Sanders esteve na World Series de 1992, defendendo o Atlanta Braves. Outro feito exclusivo de Dion foi ter anotado um touchdown na NFL e um home run na MLB na mesma semana, em 1989.

Moda, CR7 e NBA
Naturalmente, futebol americano e beisebol não são as únicas paixões de Kyler Murray. Em suas redes sociais, o jovem de 21 anos se mostra fanático por esportes em geral. Acompanha de perto a NBA e também curte o futebol da bola nos pés: é fã declarado do português Cristiano Ronaldo.

Na bola laranja, o astro Stephen Curry é um dos favoritos de Murray, que frequentemente aparece com camisa do Golden State Warriors ou algum outro artigo ligado ao armador. LeBron James também está entre os ídolos do QB.

Fora do esporte, o mundo “fashion” atrai o interesse de Kyler Murray. Desde os tempos de criança, curte de cuidar do vestuário e acompanha as tendências da moda.

– Eu sempre gostei de marcar presença na escola. Sempre tive uma paixão por roupas, calçados, esse tipo de coisa – admitiu Murray em entrevista ao jornal The Oklahoma.

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Qual o maior salário da NFL? – Quarterback, Russell Wilson, do Seattle Seahawks


Russell Wilson vira o jogador com maior salário da NFL; confira o ranking

Quarterback renova com o Seattle Seahawks por quatro anos e é o mais bem pago

O quarterback Russell Wilson se tornou o jogador com maior salário da NFL ao renovar o contrato com o Seattle Seahawks por mais quatro anos. Aos 30 anos, Wilson passa a ganhar US$ 35 milhões por temporada (cerca de R$ 136 milhões). Com esse rendimento, ele ultrapassou Aaron Rodgers , quarterback do Green Bay Packers , e assumiu a ponta na lista dos mais bem pagos da liga.

Os maiores salários da NFL:

1 – Russell Wilson (QB)

  • O quarterback do Seattle Seahawks tem 30 anos e acertou renovação contratual por mais quatro anos. O salário anual é de US$ 35 milhões (cerca de R$ 136 milhões)

2 – Aaron Rodgers (QB)

  • Quarterback Aaron Rodgers, do Green Bay Packers
  • O quarterback de 35 anos do Green Bay Packers ganha US$ 33,5 milhões por ano (R$ 130,3 milhões).

3 – Matt Ryan (QB)

  • Aos 33 anos, o quarterback do Atlanta Falcons, que foi a terceira escolha do draft de 2008, ganha US$ 30 milhões por ano (cerca de R$ 116 milhões).

4 – Kirk Cousins (QB)

  • O quarterback de 30 anos do Minnesota Vikings ganha US$ 28 milhões por ano (R$ 108,9 milhões).

5 – Jimmy Garoppolo (QB)

  • Ele já foi reserva de Tom Brady nos Patriots e hoje joga pelo San Francisco 49ers. Garoppolo ganha US$ 27,5 milhões por temporada (R$ 107 milhões).

6 – Matthew Stafford (QB)

  • Primeira escolha do draft de 2009, o quarterback do Detroit Lions ganha US$ 27 milhões anuais (R$ 107 milhões).

7 – Derek Carr (QB)

  • Quarterback de 28 anos do Oakland Raiders, ele recebe US$ 25 milhões por ano (R$ 97 milhões).

8 – Drew Brees (QB)

  • O experiente quarterback do New Orleans Saints chegou aos 40 anos ganhando US$ 25 milhões (R$ 97,3 milhões).

9 – Andrew Luck (QB)

  • Aos 29 anos, o quarterback mostra que tem competência (e não apenas sorte) no Indianapolis Colts. O salário anual é de US$ 24,6 milhões (R$ 95,7 milhões).

10 – Khalil Mack (LB)

  • O jogador de defesa com maior salário da NFL tem 28 anos e joga no Chicago Bears. Ele ganha US$ 23,5 milhões por temporada (R$ 91,4 milhões)

20 – Tom Brady (QB)

  • Atual vencedor do Super Bowl, o marido da Gisele Bündchen, de 41 anos, tem o vigésimo maior salário da NFL. US$ 20,5 milhões por temporada (R$ 79,7 milhões). E pensar que quando chegou à liga profissional o jogador que se tornou o maior vencedor da NFL tinha um porte físico nada atraente.
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Barueri Guardians e Vikings se enfrentam pela Série Ouro da SPFL 2019

A partida entre Barueri Guardians e Vikings F.A. será disputada em Sorocaba, no Clube do NAIS, a partir das 10h.

Essa será a segunda partida das duas equipes na divisão de acesso do estadual.

O Barueri Guardians estreou na SPFL Série Ouro com uma vitória sobre o Tatuapé Black Panthers, pelo placar de 29 a 07 em Leme, com grande atuação dos jogadores Marvel e JP.

Para o Strong Safety da equipe de Barueri, Pedro Henrique, o time esta pronto para o próximo desafio e espera um jogo duro contra o Vikings.

”Esperamos fazer um grande jogo em Sorocaba. Boa parte do nosso roster é de lá e com isso contamos com um bom público para nos apoiar. Tivemos 2 semanas para ajustar detalhes e erros que foram cometidos contra o Black Panthers, o que já ajuda bastante. Tivemos tempo para estudar o jogo do Vikings e vamos aplicar o que foi estudado e trabalhado durante esse tempo. Apesar do revés que tiveram, é um time experiente e com certeza farão um jogo duro”, comentou Pedro Henrique.

Já o Vikings estreou com revés: acabou sendo derrotado por um rival do ABC paulista, o São Bernardo Avengers por 22 a 0 em partida disputada no CT Touchdown.

A equipe de Mauá agora busca a reabilitação na divisão de acesso da SPFL, e o head coach Nogueira acredita na vitória dos Vikings neste fim de semana.

“Vamos entrar em campo com o objetivo claro de buscarmos a vitória. O adversário vem de uma vitória e possui um bom nível de jogo, entretanto estamos com elenco unido e íntegro; isso nos impulsiona e incendeia nessa tão importante batalha. Vamos buscar forças de todos os cantos e estaremos todos juntos em cada passe, em cada Tackle, em cada corrida e em cada sack”, declarou o treinador do Vikings.

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Tom Brady anuncia aposentadoria e assusta os fãs – Marido da Gisele Bundchen se tornou o maior vencedor do Super Bowl deste ano

O jogador hexacampeão do Super Bowl Tom Brady assustou seus fãs nesta segunda-feira (1º) ao anunciar sua aposentadoria. Pelo Twitter, ele declarou que irá se distanciar dos campos e deixar o time que lhe consagrou, o New England Patriots.

Neste ano de 2018, Brady se tornou o maior vencedor da NFL, campeonato de futebol americano, de todos os tempos. A aposentadoria que fez tremer o mundo do esporte, porém, não se passava de uma brincadeira de 1º de abril.

Logo depois, Brady revelou a verdade e perguntou: “Essa foi uma piada ruim?”.

Tom Brady anuncia aposentadoria (de brincadeira)

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Quando me aposentar no futebol vou jogar na NFL, diz o jogador Harry Kane

Harry Kane tem apenas 25 anos e muito tempo de carreira pela frente, mas já tem um objetivo traçado para quando se aposentar do futebol: o atacante sonha em jogar pela NFL, a liga de futebol americano nos Estados Unidos.

“É uma ambição real, algo que realmente quero experimentar em 10 ou 12 anos”, afirmou à ESPN. Kane é tão fã do esporte que até batizou um de seus cachorros como Tom Brady, uma homenagem ao famoso quarterback do New England Patriots.

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Astro do futebol americano, Tom Brady, cobra ate R$ 8,4 mil por autógrafo

Tom Brady, astro da NFL, cobra até US$ 2199 (R$ 8,4 mil) por um autógrafo. O valor foi revelado pelo site “TMZ“, que acompanha os valores cobrados pelo marido de Gisele Bündchen desde 2017. O valor de R$ 8,4 mil é o mais caro cobrado por Tom Brad, e dá direito ao fã de pedir o autógrafo em alguma pintura feita do astro da NFL. Ele, contudo, tem ofertas mais em conta: uma foto 11×14 será autografada pelo valor de US$ 1,04 mil (R$ 4 mil)

Os eventos de autógrafo são organizados pelo New England Patriots, time de Tom Brady. Mas tem um detalhe: o público não participa da sessão. Ou seja, você precisa enviar o material que quer que ele autografe e, depois do evento, terá de volta com a assinatura do jogador de futebol americano. Tom Brady é um dos principais nomes da NFL, a liga dos EUA de futebol americano. Aos 41 anos, ele coleciona seis títulos.

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Maringá Pyros fará sua estreia no Campeonato Paranaense de Futebol Americano no próximo dia 23

A Associação Atlética de Futebol Americano Maringá Pyros fará sua estreia no Campeonato Paranaense de Futebol Americano no próximo dia 23. A equipe maringaense enfrentará o Curitiba Brown Spiders no Estádio Regional Willie Davids, às 19h30.

O Campeonato Paranaense de Futebol Americano conta com a participação de 14 equipes em 2019: Curitiba Brown Spiders, Coritiba Crocodiles, Maringá Pyros, Londrina Bristlebacks, Guarapuava Darkwolves, Street Dogs FA, Foz do Iguaçu Black Sharks FA, São Miguel Indians, Cascavel Olympians, Francisco Beltrão Red Feet, Curitiba Guardian Saints, HP Tigers, Curitiba Lions e Moon Howlers FA.

As 14 equipes estão divididas em quatro divisões: elite, leste, oeste e norte. O Pyros, por estar na divisão elite, já está garantido entre os três primeiros colocados na tabela e jogará as quartas de final e as semifinais, caso se classifique, em casa.

As quartas de final estão marcadas para maio, enquanto que a semifinal está programada para o fim de semana dos dias 1º e 2 de junho. O Paraná Bowl, grande final do campeonato estadual, deve acontecer em 15 ou 16 de junho.

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Rudolph ” Blaze” Ingram Junior, futuro velocista ou jogador de futebol americano – Garoto americano de 7 anos completou 100 metros rasos em 13s48

Rudolph “Blaze” Ingram Junior, de apenas sete anos, vem atraindo interesse internacional por causa de sua velocidade, muito acima da média para a idade, nas provas de pista do atletismo. O garoto americano ainda chama a atenção por sua desenvoltura nas redes sociais, onde exibe, além de seu talento para as corridas, o seu boletim com ótimas notas.

No último final de semana, Rudolph Ingram completou a prova dos 100 metros rasos com a marca de 13s48 e chegou a ser comparado a Usain Bolt por jornais americanos e europeus – em seu auge, adulto e com todos os músculos desenvolvidos, o astro jamaicano cravou o recorde mundial de 9s58 na prova.

Natural de Tampa Bay, na Flórida, Ingram deixa para trás todos os adversários em vídeos divulgados em suas redes sociais, em provas de 60 e 100 metros rasos. Seu Instagram, gerido por seu pai, Rudolph Ingram, já ultrapassou a marca de 300.000 seguidores. Na redes, além de publicar seus vídeos na pista e no futebol americano, outro esporte que pratica, publicou um boletim seu no colégio, com a maioria das notas A (o equivalente a 10, no sistema americano).

Sua melhor marca anterior era de 13.67 segundos nos 100 metros rasos. Além de conseguir baixar em 0.19 essa marca, completou a prova dos 60 metros rasos em 8.69 segundos, vários segundos à frente dos colegas. Além de membro do time de atletismo de seu colégio, o Cahoon Escola Primária, Ingram também joga no Tampa Ravens, time de futebol americano e conseguiu dez touchdowns na última temporada.

Como jogador de futebol americano, ele recebeu o troféu Heisman, que premia o melhor jogador do esporte universitário.

Rotina do prodígio

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Super Bowl 2019 teve a audiência mais baixa em 11 anos.


Este foi o quarto ano seguido de queda de audiência no evento esportivo com o espaço para propaganda televisiva mais valorizado no mundo

A audiência do Super Bowl deste domingo (3) foi a mais baixa nos Estados Unidos em 11 anos, segundo dados preliminares da consultoria de mercado Nielsen. A vitória do New England Patriots sobre o Los Angeles Rams foi assistida por aproximadamente 98,2 milhões de telespectadores da rede CBS, o pior índice desde 2008, quando a final do campeonato nacional de futebol americano foi prestigiada por 97,5 milhões de pessoas.

Este foi o quarto ano seguido de queda de audiência do evento esportivo com o espaço para propaganda televisiva mais valorizado no mundo: em 2018, foram 103,5 milhões de espectadores, contra 111,3 milhões em 2017, e 111,9 milhões em 2016.

Apesar da sequência de quedas na audiência, o valor do espaço comercial nos intervalos do Super Bowl bateu recordes em 2019, a custo de US$ 5,25 milhões por um vídeo de 30 segundos. O valor é um pouco abaixo dos US$ 5,2 milhões cobrados no ano passado e quase o dobro de uma década atrás.

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